Superfície de ataque desconhecida
Sistemas, APIs e serviços expostos que ninguém lembra que existem.
Testes de intrusão conduzidos por especialistas, com a mesma lógica de um atacante real e escopo controlado. O Security Assessment da Kolivo entrega achados priorizados por risco, orientação de correção e reteste.
O desafio
Sistemas expostos, configurações esquecidas e permissões em excesso abrem caminho para ataques que um scanner sozinho não mostra.
Sistemas, APIs e serviços expostos que ninguém lembra que existem.
Ambientes de cloud e servidores com padrões frágeis ou portas abertas.
Contas com mais acesso do que precisam, que viram atalho para o atacante.
Clientes, auditorias e normas que pedem evidência de testes de segurança.
O que entregamos
Da família Security & Compliance, ao lado de SOC, IAM e Vulnerability Management.
Falhas de autenticação, autorização, injeção e lógica de negócio, com base no OWASP Top 10.
Endpoints, integrações e aplicativos testados contra abuso e exposição de dados.
Perímetro externo e rede interna, com tentativa controlada de movimentação lateral.
Configurações, identidades e permissões em AWS, Azure e Google Cloud.
Simulações de phishing para medir e preparar o fator humano.
Achados priorizados por risco, evidências, orientação de correção e reteste das falhas corrigidas.
Como operamos
Modelo comercial: Projeto em preço fechado por escopo, com reteste incluso. Ciclos recorrentes podem ser combinados com Vulnerability Management.
Serviços relacionados
As soluções da Kolivo são combináveis conforme prioridade, ambiente e nível de maturidade.
O scan é automatizado e lista vulnerabilidades conhecidas. O pentest é conduzido por especialistas que exploram as falhas de forma controlada, combinam brechas e mostram o impacto real, inclusive em falhas de lógica que nenhuma ferramenta encontra sozinha.
O risco é baixo e controlado. Os testes seguem regras de engajamento acordadas, técnicas mais intrusivas ficam fora de produção ou em janelas aprovadas, e há um canal direto para interromper o teste a qualquer momento.
Aplicações web, APIs, aplicativos mobile, rede externa e interna, ambientes de cloud e engenharia social. As abordagens podem ser black box, gray box ou white box, conforme o objetivo.
O relatório traz um resumo executivo, os achados priorizados por risco, as evidências e a orientação de correção. O reteste das falhas corrigidas está incluso para comprovar que o risco foi eliminado.
O recomendado é pelo menos uma vez por ano e sempre que houver mudança relevante, como um novo sistema exposto, uma migração ou uma grande atualização. Normas e contratos podem exigir frequências específicas.
Conte para o nosso time como está o seu ambiente hoje. Você sai da conversa com um diagnóstico inicial e o próximo passo claro, sem proposta genérica.